"Mariana, meu bem, onde está você?
Faz frio e não tem nenhuma fonte de calor nesse quarto. Depois que você decidiu ir embora, a vida seguiu para um rumo que eu não conhecia. Um caminho tortuoso, paisagens mortas e frio, muito frio. O que você está fazendo esse tempo todo? Por que baby, por que você tinha que fugir com meu coração na mochila e com minha felicidade num bolso? Por que você não volta pra mim e cura minhas dores? Por que eu não consigo parar de pensar em ti por um segundo sequer? E por que tudo gira em torno de você? Empacotei meus sorrisos e te mandei. Você recebeu? Você percebeu que você carrega tudo de mais importante na minha vida? Por que você não escreve pra mim? Você recebe essas cartas? Quanta dor e dúvida é possível colocar em um texto? Quantas interrogações você suporta? Será que é uma quantidade maior que as incertezas que você abandonou junto comigo? Eu estou despedaçado. Esgotado. Acabado. Vamos parar com o esconde-esconde e mostrar de vez que nós nascemos pra ficar juntos e nada mais. Por favor. Eu te imploro Mariana, me deixa voltar pro seu porto. Deixa eu atracar meu barco no seu “cais-coração”. Nesse meio tempo de ausência eu venho acumulando tanta saudade e tanto amor por você. Eu preciso te dar o meu amor. Eu preciso te contar tudo o que aprendi com esse seu ‘não estar presente’. Eu preciso de calor. Eu preciso de você.
Sinto sua falta. Por favor, me dê notícias. Cícero."
Faz frio e não tem nenhuma fonte de calor nesse quarto. Depois que você decidiu ir embora, a vida seguiu para um rumo que eu não conhecia. Um caminho tortuoso, paisagens mortas e frio, muito frio. O que você está fazendo esse tempo todo? Por que baby, por que você tinha que fugir com meu coração na mochila e com minha felicidade num bolso? Por que você não volta pra mim e cura minhas dores? Por que eu não consigo parar de pensar em ti por um segundo sequer? E por que tudo gira em torno de você? Empacotei meus sorrisos e te mandei. Você recebeu? Você percebeu que você carrega tudo de mais importante na minha vida? Por que você não escreve pra mim? Você recebe essas cartas? Quanta dor e dúvida é possível colocar em um texto? Quantas interrogações você suporta? Será que é uma quantidade maior que as incertezas que você abandonou junto comigo? Eu estou despedaçado. Esgotado. Acabado. Vamos parar com o esconde-esconde e mostrar de vez que nós nascemos pra ficar juntos e nada mais. Por favor. Eu te imploro Mariana, me deixa voltar pro seu porto. Deixa eu atracar meu barco no seu “cais-coração”. Nesse meio tempo de ausência eu venho acumulando tanta saudade e tanto amor por você. Eu preciso te dar o meu amor. Eu preciso te contar tudo o que aprendi com esse seu ‘não estar presente’. Eu preciso de calor. Eu preciso de você.
Sinto sua falta. Por favor, me dê notícias. Cícero."
Segunda carta de Cícero, outroladodemim





